quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

MILAGRE! A cura repentina de um padre com uma grave doença chama atenção da TV e da Internet

O pe. Márlon Múcio sofria de uma doença autoimune, neuromuscular e rara - até o dia em que acordou com extraordinária disposição após uma oração noturna de súplica pela cura.


Oblog católico Ancoradouro noticiou nesta semana o caso de um sacerdote católico diagnosticado com miastenia gravis, uma doença autoimune, neuromuscular e rara que pode ser descrita grosso modo como uma “fraqueza muscular severa”.
Trata-se do pe. Márlon Múcio, cujo quadro progressivo de fraqueza muscular se caracterizava pela apneia grave, pela intolerância aos mínimos exercícios físicos, pela fadiga aos esforços, pelas crises de insuficiência respiratória e pela grande dificuldade em realizar atividades cotidianas de cuidado pessoal. Até mesmo para respirar ele precisou de ajuda continuada mediante ventilação mecânica não invasiva.
O blog fez questão de enfatizar que o pe. Márlon é “apaixonado pelo sacerdócio“, que “a missão é o sentido da sua vida” e que ele acreditava profundamente na cura divina.
De fato, chegou o dia em que aconteceu o inexplicável: depois de mais uma oração noturna em que ele pedira a graça da cura, amanheceu com extraordinária disposição e percebeu que tinha recebido a bênção tão suplicada!
O pe. Márlon apareceu recentemente na TV Canção Nova caminhando e sem os aparelhos de ajuda à respiração.
A imagem do “antes e depois” do episódio de cura do sacerdote vem repercutindo na internet, compartilhada e “curtida” por dezenas de milhares de pessoas:

Padre Márlon Múcio antes e depois da cura

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Dia de Santa Inês e a benção dos carneiros

( Papa Francisco durante a benção dos carneiros no dia de Santa Inês)

No dia 21 de Janeiro vem a Igreja Católica celebrar o dia da grande virgem e Mártir Santa Inês, porém também há na cidade do Vaticano uma cerimônia simples, mas de um grande significado para todo povo cristão, é a benção dos carneirinhos que vão prover a lã que serão usadas na confecção dos Pálios dos Arcebispos. Afinal, o que é o Pálio? 

Pálio (do latim pallium: capa ou manto que cobre os ombros, e este de palla romana: manto romano de lã) é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5 cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas, com 6 cruzes bordadas ao seu longo e que expressa a unidade com o sucessor de Pedro.
Originalmente, era exclusivo dos papas, sendo depois estendido aos metropolitas e primazes, como símbolo de jurisdição delegada a eles pelo pontífice.
Destinado, portanto, aos bispos que assumem uma arquidiocese, o pálio simboliza o poder na província e sua comunhão com a Igreja Católica, ministério pastoral dos arcebispos e sua união com o Bispo de Roma.
Todos os anos, os padres da Basílica de Santa Inês levam dois cordeiros para o Papa abençoar, no dia 21 de janeiro (festa de Santa Inês), numa missa pontifical na Basílica de Santa Inês fora dos Muros. Os cordeiros depois são tosquiados e sua lã é levada para fazer os pálios. O pálio é confeccionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma.

(Pálios junto ao túmulo de São Pedro na Basílica Vaticana)
Os pálios novos são abençoados pelo Papa, guardados numa arca de prata, junto às relíquias, no túmulo do Apóstolo São Pedro e entregues por ele no dia 29 de junho de cada ano, solenidade de São Pedro, aos Metropolitas, nomeados desde a celebração do ano anterior.


Há pouco tempo foi modificada a maneira em que os Pálios são recebidos pelos Arcebispos, antes ele era imposto pelo Papa durante a celebração da Festa de São Pedro e São Paulo o que indicava-se a união, ou a plena comunhão dos Bispos com o Sucessor de Pedro, porém fora a celebração modificada pelo Papa Francisco, agora os Pálios são recebidos na Santa Missa, porém são impostos na Arquidiocese ao qual o bispo vem a reger, segundo o Francisco isso caracteriza uma maior participação da parcela de Deus que é confiada ao novo Arcebispo.

O simbolismo do pálio é ainda mais concreto: a lã de cordeiro pretende representar a ovelha perdida ou também a ovelha doente e a ovelha débil, as quais o pastor põe aos seus ombros e conduz às águas da vida. A parábola da ovelha tresmalhada, que o pastor procura no deserto era, para os Padres da Igreja, uma imagem do mistério de Cristo e da Igreja. desde o século VI, o pálio foi considerado veste litúrgica, para ser usada somente na Igreja e, sem dúvida, somente durante a missa, a menos que um privilégio especial determinasse de outra maneira. Isto é demonstrado pela correspondência, sobre o uso do pálio, entre o Gregório Magno e João de Ravena. Não se sabe com exatidão quais foram as primeiras regras para o uso do pálio, mesmo antes do século VI, quando já tinha um certo caráter litúrgico. Sabe-se que, em épocas remotas, o uso do pálio era limitado a certos dias. Seu uso indiscriminado foi permitido a Incmaro de Reims por Leão IV, em 851, e a Bruno de Colônia, por Agapito II, em 954, era contrário ao costume geral. Nos séculos X e XI, como hoje, a regra era limitar o uso do pálio a alguns dias festivos e a algumas cerimônias. O caráter simbólico, unido agora ao pálio, data da época em que se tornou obrigatório aos metropolitas pedirem à Santa Sé a permissão para seu uso. A evolução deste caráter estava completa no final do século XI. No século VI, o pálio era símbolo do ofício e do poder papal e, no decorrer dos séculos, se consolidou como símbolo da plenitude deste ofício pontifical. Foi este o motivo do Papa Félix IV ter entregado o pálio a seu arquidiácono Bonifácio e, contrariando o costume, nomeou-o seu sucessor. Portanto, o pálio sempre significou a união com a Sé Apostólica e é ornamento das virtudes que devem adornar a vida daquele que o usa.
Santa Inês é cantada na ladainha de Todos os Santos. Santa Inês é Padroeira da Pureza e da castidade, é também a padroeira dos noivos


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

5 coisas que você não sabia sobre a água benta

5 coisas que você não sabia sobre a água benta


Papa Francisco asperge o povo durante o ato penitencial da Santa Missa de São Pedro e São Paulo na Basílica Vaticana


Vamos mostrar a você caríssimo leito alguns dos benefícios que água benta trás a nós cristãos, que desta maneira possamos usa-la melhor para nos aproximarmos ainda mais dos sagrados mistério de Jesus Cristo nosso Senhor. 

A água benta é provavelmente um dos sacramentais mais conhecidos da Igreja. Não confundam sacramental com sacramento. Sacramental é um sinal sagrado segundo o modelo dos sacramentos, mediante o qual significam efeitos obtidos pela intercessão da Igreja.
Alguma vez já se perguntou desde quando a Igreja usa água benta? Porque sempre a encontramos na entrada das igrejas? Estas e outras perguntas estão respondidas aqui!
Conheça 5 coisas que você não sabia sobre água benta:

1) Sua origem

Se pode dizer que a origem da água benta remonta os tempos de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele mesmo abençoou as águas. Mais adiante, o Papa São Alexandre I, que exerceu seu pontificado desde 121 d.C. até 132, determinou que o sal seria posto na água, enquanto as orações são ditas normalmente pela igreja. Os judeus colocavam cinzas na água, por isso São Clemente dizia que o que o que estava sob a antiga lei era a cinza, sob a graça, o sal.

2) Por que  tem água benta à entrada de algumas igrejas?

A água benta é colocada ali para nos persignarmos (fazer o sinal da cruz na testa, lábios e peito) com ela ao entrar no templo e sermos abençoados por Deus, com o sinal da Cruz. Assim entregamos todos os nossos sentidos a Ele, em Sua casa. Quando entramos na Igreja devemos pedir para que o Espírito Santo ilumine os nossos corações, infundindo neles aquele santo temor, piedade, silêncio e reverência, que cabem àquele santo lugar.

3) Como foi introduzido o uso da água benta na Igreja?

Foi em substituição à uma antiga cerimônia judia em que, antes de entrar na oração, se lavavam pedindo a Deus que os tornasse limpos. Para lembrar essa figura, os sacerdotes católicos primeiro abençoam a água, como um rito que ainda se mantém.

4) O que simboliza a água benta?

A água benta simboliza o suor de Nosso Senhor Jesus Cristo no horto e o preciosíssimo sangue que molhou seu rosto, na agonia.

5) Que efeitos tem a água benta?

Tradicionalmente se sabe que a água benta tem os seguintes efeitos:
– Afugenta toda potestade demoníaca sobre as pessoas e lugares que onde ela é lançada.
– Apaga os pecados veniais.
– Afugenta toda sombra, nuvem, fantasia e astúcia diabólica.
– Encerra as distrações da oração.
– Nos dispõe, com a graça do Espírito Santo, a uma maior devoção.
– Infunde em nós a virtude da benção divina para receber os sabramentos, para o administrá-los, e para celebrar os divinos ofícios de Deus.

Tem mais alguma informação sobre a água benta? Conte-nos! Através de nosso e-mail : junior_diniz_15@hotmail.com