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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

5 coisas que você não sabia sobre a água benta

5 coisas que você não sabia sobre a água benta


Papa Francisco asperge o povo durante o ato penitencial da Santa Missa de São Pedro e São Paulo na Basílica Vaticana


Vamos mostrar a você caríssimo leito alguns dos benefícios que água benta trás a nós cristãos, que desta maneira possamos usa-la melhor para nos aproximarmos ainda mais dos sagrados mistério de Jesus Cristo nosso Senhor. 

A água benta é provavelmente um dos sacramentais mais conhecidos da Igreja. Não confundam sacramental com sacramento. Sacramental é um sinal sagrado segundo o modelo dos sacramentos, mediante o qual significam efeitos obtidos pela intercessão da Igreja.
Alguma vez já se perguntou desde quando a Igreja usa água benta? Porque sempre a encontramos na entrada das igrejas? Estas e outras perguntas estão respondidas aqui!
Conheça 5 coisas que você não sabia sobre água benta:

1) Sua origem

Se pode dizer que a origem da água benta remonta os tempos de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele mesmo abençoou as águas. Mais adiante, o Papa São Alexandre I, que exerceu seu pontificado desde 121 d.C. até 132, determinou que o sal seria posto na água, enquanto as orações são ditas normalmente pela igreja. Os judeus colocavam cinzas na água, por isso São Clemente dizia que o que o que estava sob a antiga lei era a cinza, sob a graça, o sal.

2) Por que  tem água benta à entrada de algumas igrejas?

A água benta é colocada ali para nos persignarmos (fazer o sinal da cruz na testa, lábios e peito) com ela ao entrar no templo e sermos abençoados por Deus, com o sinal da Cruz. Assim entregamos todos os nossos sentidos a Ele, em Sua casa. Quando entramos na Igreja devemos pedir para que o Espírito Santo ilumine os nossos corações, infundindo neles aquele santo temor, piedade, silêncio e reverência, que cabem àquele santo lugar.

3) Como foi introduzido o uso da água benta na Igreja?

Foi em substituição à uma antiga cerimônia judia em que, antes de entrar na oração, se lavavam pedindo a Deus que os tornasse limpos. Para lembrar essa figura, os sacerdotes católicos primeiro abençoam a água, como um rito que ainda se mantém.

4) O que simboliza a água benta?

A água benta simboliza o suor de Nosso Senhor Jesus Cristo no horto e o preciosíssimo sangue que molhou seu rosto, na agonia.

5) Que efeitos tem a água benta?

Tradicionalmente se sabe que a água benta tem os seguintes efeitos:
– Afugenta toda potestade demoníaca sobre as pessoas e lugares que onde ela é lançada.
– Apaga os pecados veniais.
– Afugenta toda sombra, nuvem, fantasia e astúcia diabólica.
– Encerra as distrações da oração.
– Nos dispõe, com a graça do Espírito Santo, a uma maior devoção.
– Infunde em nós a virtude da benção divina para receber os sabramentos, para o administrá-los, e para celebrar os divinos ofícios de Deus.

Tem mais alguma informação sobre a água benta? Conte-nos! Através de nosso e-mail : junior_diniz_15@hotmail.com

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Você se sente deprimido e sem vontade de viver? Deixe o Papa Francisco te ajudar...



O Papa Francisco tem uma mensagem especial para você que se sente desanimado e deprimido diante das dificuldades da vida, pare um pouco leia e deixe que Cristo fale com você através do Papa.

Antes de ler a reflexão do Papa, leia essas duas leituras propostas pela liturgia do dia 27 de Setembro, dia de São Vicente de Paulo. Deus ira falar com você através dessas duas leituras. Pare, reflita



Primeira Leitura (Jó 3,1-3.11-17.20-23)

“Jó abriu a boca e amaldiçoou o seu dia, 2dizendo: “Maldito o dia em que nasci e a noite em que fui concebido. Por que não morri desde o ventre materno, ou não expirei ao sair das entranhas? Por que me acolheu um regaço e uns seios me amamentaram? Estaria agora deitado e poderia descansar, dormiria e teria repouso, com os reis e ministros do país, que construíram para si sepulcros grandiosos; ou com os nobres, que amontoaram ouro e prata em seus palácios. Ou, então, enterrado como aborto, eu agora não existiria, como crianças que nem chegaram a ver a luz.
Ali acaba o tumulto dos ímpios, ali repousam os que esgotaram as forças. Por que foi dado à luz um infeliz e vida àqueles que têm a alma amargurada? Eles desejam a morte que não vem e a buscam mais que um tesouro; eles se alegrariam por um túmulo e gozariam ao receberem sepultura.
Por que, então, foi dado à luz o homem a quem seu próprio caminho está oculto, a quem Deus cercou de todos os lados? ”

Salmo responsorial 87, 2-8

A vós clamo, Senhor, sem cessar, todo o dia, e de noite se eleva até vós meu gemido. Chegue a minha oração até a vossa presença, inclinai vosso ouvido a meu triste clamor!
Saturada de males se encontra a minh’alma, minha vida chegou junto às portas da morte. Sou contado entre aqueles que descem à cova, toda gente me vê como um caso perdido!
O meu leito já tenho no reino dos mortos, como um homem caído que jaz no sepulcro, de quem mesmo o Senhor se esqueceu para sempre e excluiu por completo de sua atenção.
Ó Senhor, me pusestes na cova mais funda, nos locais tenebrosos da sombra da morte. Sobre mim cai o peso do vosso furor, vossas ondas enormes me cobrem, me afogam.


Deixe agora Deus falar a você através do seu Vigário na terra, o Papa Francisco tem um recado que vai te ajudar, abra seu coração...


Durante a homilia na festa de São Vicente de Paulo, o Papa Francisco meditou sobre a primeira leitura, que conta a história de Jó, o qual passou por uma grande “desolação espiritual” e “havia perdido tudo”. O Santo Padre ofereceu alguns conselhos para aquelas pessoas que se sentem tristes e deprimidas.
“A desolação espiritual é uma coisa que acontece com todos nós: pode ser mais forte ou mais fraca… mas é uma condição da alma obscura, sem esperança, desconfiada, sem vontade de viver, que não vê a luz no fim do túnel, que tem agitação no coração e nas ideias”.

Mas também, “a desolação espiritual nos faz sentir como se nossa alma fosse ‘achatada’: quando não consegue, não quer viver: ‘A morte é melhor!’”, acrescentou o Pontífice.

Isto foi o que aconteceu com Jó, “melhor morrer do que viver assim”. “E nós devemos entender quando nosso espírito está neste estado de tristeza geral, quando ficamos quase sem respiro. Acontece com todos nós e temos que compreender o que se passa em nosso coração”, aconselhou.
Francisco convidou então a nos perguntar: “O que se deve fazer quando vivemos estes momentos escuros, por uma tragédia familiar, por uma doença, por alguma coisa que me leva ‘para baixo’. Alguns pensam em engolir um comprimido para dormir e tomar distância dos fatos, ou beber ‘dois, três, quatro golinhos’. Mas isto não ajuda”, assegurou o Papa.

Em vez disso, a liturgia de hoje “nos mostra como lidar com a desolação espiritual, quando ficamos mornos, para baixo, sem esperança”.
O Santo Padre indicou que no salmo 87 está a resposta: “Chegue a ti a minha prece, Senhor”. Portanto, é preciso rezar: “É uma oração de bater na porta, mas com força!”, exclamou.
“Senhor, eu estou cheio de desventuras. A minha vida está à beira do inferno. Estou entre aqueles que descem à fossa, sou como um homem sem forças’”, disse o Papa.
“Quantas vezes nós nos sentimos assim, sem forças… E esta é a oração. O Senhor mesmo nos ensina como rezar nestes momentos difíceis. ‘Senhor, me lançaste na fossa mais profunda. Pesa sobre mim a Tua cólera. Chegue a Ti a minha oração’”.

Nesse sentido, o Pontífice disse novamente: “Assim devemos rezar nos piores momentos, nos momentos mais escuros, mais desolados, mais esmagados, que nos esmagam mesmo. Isto é rezar com autenticidade. E também desabafar como desabafou Jó com os filhos. Como um filho”.
Francisco destacou que o personagem da Bíblia viveu também o silêncio dos amigos nesta situação.

Diante de uma pessoa que sofre, disse o Papa, “as palavras podem ferir”. O que conta é estar perto, fazer sentir a proximidade, “mas não fazer discursos”.
“Quando uma pessoa sofre, quando uma pessoa se encontra na desolação espiritual, você tem que falar o mínimo possível e você tem que ajudar com o silêncio, a proximidade, as carícias, com a sua oração diante do Pai”.
Em seguida, o Santo Padre disse que existem 3 coisas que se devem fazer:
“Em primeiro lugar, reconhecer em nós os momentos de desolação espiritual, quando estamos no escuro, sem esperança, e nos perguntar por quê. Em segundo lugar, rezar ao Senhor, como na liturgia de hoje, com este Salmo 87 que nos ensina a rezar, no momento de escuridão”, prosseguiu o Papa.
“E em terceiro lugar, quando me aproximo de uma pessoa que sofre, seja por doenças, seja por qualquer sofrimento, mas que está na desolação completa, silêncio; mas silêncio com tanto amor, proximidade, ternura. E não fazer discursos que, depois, não ajudam e, também, lhe fazer mal”.

Ao concluir, o Papa Francisco disse: “Rezemos ao Senhor para que nos conceda essas três graças: a graça de reconhecer a desolação espiritual, a graça de rezar quando estivermos submetidos a este estado de desolação espiritual e também a graça de saber acolher as pessoas que passam por momentos difíceis de tristeza e de desolação espiritual”.

Fonte: Aleteia.com

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Eu posso ser Católico mesmo sendo socialista e comunista?


Ih, já estou até vendo depois dessa postagem o "mi mi mi" de muita gente dodói ai!

Alguém já viu algum judeu nazista? Eu, nunca, e creio que tal bizarrice jamais existiu ou existirá. Mas há um tipo de criatura similar, em termos de absurdo filosófico e moral: o católico que se diz socialista, ou que ajuda a colocar no poder políticos declaradamente marxistas. Esse tipo, infelizmente, existe aos montes!



Enquanto Hitler matou mais de seis milhões de judeus, os grandes líderes comunistas foram responsáveis pelo genocídio de cerca de 100 MILHÕES de pessoas. Estes números foram divulgados em 1997 por “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, uma obra realizada em conjunto por professores e pesquisadores europeus. Se bem que dois dos autores do livro (Nicholas Werth e Jean-Louis Margolin) discordam deste total de 100 milhões de mortos… O número de vidas ceifadas pelos regimes do martelo e da foice estaria entre 65 e 93 milhões. Ah, tá, assim fica bem melhor.
A crueldade, a mentira e a violência do socialismo estão na sua raiz. Por isso, seus líderes sabem que não obterão o apoio popular se, antes, não desumanizarem as pessoas. E a melhor forma de fazer isso é afastá-las de Deus, é afastá-las, em especial, da caridade cristã. Isso fica mais do que evidente nas afirmações abaixo:
“O comunismo começa onde começa o ateísmo.”
Karl MARX (Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West)
“O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moral.”
Karl MARX (Manifesto Comunista)
“Devemos combater a religião. Isto é o a-b-c de todo o materialismo e, portanto, do marxismo”.
Vladimir LENIN (Sur le rapport du parti ouvrier à la religion)

Que palavras meigas! Não é à toa que grande parte parte das vítimas dos regimes socialistas é composta por cristãos, das mais diversas denominações. Por isso, ao aparecer aos Pastorinhos de Fátima, Nossa Senhora revelou o seu temor de que a Rússia espelhasse os seus erros pelo mundo. Ora, só uma mula não sabe o que isso significava: a Virgem pedia orações para que a ideologia demoníaca do comunismo não se espalhasse para outras nações, o que de fato veio a ocorrer.
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Ainda hoje, nos países governados por ditaduras comunistas, os cristãos continuam a ser duramente perseguidos por causa de sua fé, até mesmo na “avançada” China, conforme mostramos no artigo “Catecine – Deus é Vermelho”. Apesar de tudo isso, os políticos de partidos declaradamente marxistas contam com a simpatia e o voto de milhões de católicos.

Não vamos pegar pesado com os adolescentes das PJs da vida, que andam por aí exibindo a imagem de um facínora na camiseta. Desde a infância, ano após ano, eles sofrem uma verdadeira lavagem cerebral nas salas de aula, pobrezinhos (e em certas homilias, diga-se de passagem). São levados a crer que o porco do Che é uma versão de São Francisco de Assis com fuzil na mão… Mas ingenuidade tem limite, né, galera? Depois dos 18 anos, não dá mais pra acreditar em coelho da Páscoa, em papai-noel e em comunista gente boa!
Sabe aquele candidato simpaticão, filiado a um partido socialista, que você tá pensando em votar (ou em quem você já votou) nestas eleições? Ele tem em mente as mesmas metas de carniceiros como Lênin, Stálin, Mao Tse-tung e Pol Pot: abolir a moral, a família e a religião. Acha que eu tô exagerando? Então deixa de preguiça e dá uma lida no programa do partido desse cara. Você verá ali:
  • ainda que escamoteado, o plano de repressão das liberdades individuais, especialmente pelo controle dos meios de comunicação;
  • a defesa das uniões homossexuais e a doutrinação das crianças nas escolas, para que vejam com normalidade o comportamento homossexual;
  • a defesa do aborto (muitas vezes indicada pela expressão “direito reprodutivo das mulheres”);
  • a campanha pelo fim da propriedade privada;
  • o estímulo ao ódio e à luta de classes.

Socialista pró-liberdade é que nem prostituta virgem
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Para tentar se desvincular da imagem das pilhas de cadáveres e do autoritarismo desumano dos governos totalitários comunistas, os políticos socialistas, dando uma de espertos, criticam os excessos de gente como Stálin (como se ele fosse a única maçã podre deste cesto imundo), e dizem propor um socialismo comprometido com a liberdade e a democracia. Vão mentir assim lá na China! E o pior é que tem muita gente que bota fé nesse papinho, e depois ainda critica o Tufão, por ter dado tanto crédito pra Carminha!

Mas a máscara de “defensores da liberdade” dos políticos socialistas nunca demora muito pra cair. Na Venezuela, por exemplo, o presidente Chávez fechou diversas rádios e TVs, por terem cometido o “crime” de criticar o seu maravilhoso governo. E, aqui no Brasil, os políticos de esquerda já não escondem de ninguém que estão doidinhos para controlar os conteúdos veiculados pela mídia. E pretendem conseguir isso por meio da aprovação de uma nova lei.
Socialista querendo tirar onda de democrata é que nem prostituta posando de donzela. E sempre tem trouxa que acredita! Sobre isso, é interessante esta declaração:
“De início, se mostram amantes da ‘democracia e da liberdade’, mas logo, quando podem, revelam que sua democracia (…) não passa de matar quem não concorda com eles ou destruir toda oposição a sua utopia. O século 20 é a prova cabal deste fato.”
(Luiz Felipe Pondé, filósofo. Fonte: Folha de São Paulo)
Mesmo sabendo de tudo isso, sempre aparece um cristão desmiolado pra dizer:“Apoio o socialismo, e nem por isso digo sim ao aborto”. Aham. E o Estanislau Josicrêisson apóia o nazismo, e nem por isso diz sim ao antissemitismo! Eita povinho mais sem lógica! Tão parecendo até a Heloísa Helena, que recentemente saiu do partido que ela mesma fundou – PSOL – alegando ter sido obrigada a defender o aborto. Ô, coitada! Faço minhas as palavras abaixo:
“Heloísa, você descobriu agora que todas as doutrinas vermelhas,todos partidos de esquerda, incluindo o que você fundou,possuem no próprio DNA a dialética marxista materialista, que promove o ódio a civilização ocidental, seus valores cristãos, e tem invariavelmente entre suas cláusulas pétreas a defesa do aborto total e irrestrita?”
Fonte: “Cultura da Vida
A definição é perfeita, DECOREM ISSO: o ódio marxista ao cristianismo e a meta de destruir um a um os valores cristãos fazem parte do DNA dos políticos socialistas.
É verdade que a ameaça aos valores defendidos pela Igreja parte não só dos políticos de esquerda. Porém, a “vantagem” daqueles que não possuem o gene do marxismo é que, com eles, ao menos os cristãos têm alguma possibilidade de diálogo, têm maior potencial de pressão. Já um político com o socialismo na veia jamais desiste da sua meta de implementar um estado totalitário. E, até conseguir isso, ele vai derrubando todo os vestígios de cristianismo e de democracia que vê pelo caminho.
Se, depois de tomar conhecimento de tudo isso, um sujeito ainda insiste em dizer que é católico e socialista, só me restará deixar à Dona Carminha a tarefa de classificá-lo. Oi, oi, oi!

Fonte: O Catequista

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Celibato: Um amor exagerado, um amor de cruz!



Queridos amigos, louvado seja Deus que nos cumulou de um amor tão puro. Sei que muitos devem já estar fartos de ouvir falar sobre castidade, mas queria eu falar de uma maneira diferente hoje, usando alguns versos de uma música, “Exagerado – Cazuza”, usando os ensinamentos da Igreja e a Palavra de Deus. Pois bem primeiro o que é um amor casto? Vai dizer a Santa Igreja que o “amor casto é aquele que procura se defender das forças internas e externas que procuram destrui-lo”(§ 2238). Enfim, é aquele amor que recusa tudo aquilo que o afasta do verdadeiro Amor, aquele amor que não aceita ser um objeto. Mas, espere? Usar Cazuza numa palestra sobre castidade? Meio controverso não? Sim, é! Mas, nada melhor que uma poesia sincera para que nademos hoje nós contra a corrente mundana, que tal purificar nosso coração da malicia experimento verdadeiramente “Um amor exagerado! A castidade!”. Reflitamos três pontos que irão nos ajudar. “Amor da minha vida, daqui ate a eternidade”, “Ate as coisas mais banais” e “Por Você eu largo tudo!”

    "Amor da minha vida, daqui ate a eternidade...."

Esta bem povo de Deus, como dizer de castidade usando a música de um cantor que morreu de AIDS? Meu Jesus este cara é louco, que escândalo! Busquemos a Verdade com alguém que caiu no erro de buscar um amor interesseiro, momentâneo, um amor mundano, "amor inventado" e não o verdadeiro Amor, aquele Amor que se deu no exagero da cruz! Amigos, Jesus foi um homem “exagerado”, um homem que amou incansavelmente a todos, olhemos para a figura deste “Homem exagerado”, Ele amou um publicano e o chamou à segui-lo, amou a Pedro, meu Deus ele o traiu! Amou a Judas, aquele que o traiu e entregou a morte. Amou a Tomé, mesmo sabendo que Ele tinha fraqueza em acreditar! Jovens, Jesus foi exagerado no Amor, exagerado por que nos ama tanto que chamamos sua morte e sofrimento de Paixão. Ele quer dar este Amor a você, porque Ele te ama exageradamente, te ama desde “aqui”, por mais pecados que você tenha cometido, e te amará “até a eternidade”, onde Ele te preparou um lugar. Ele nos provou este amor exagerado se entregando a Cruz, Ele não desistiu em sua dor, foi até o fim! Por que você não pode ir também e aceitar este “Amor exagerado” de tão puro? E dizer a todos eu achei o “Amor da minha vida” e vou ama-lo “daqui ate a eternidade”.

Exagerado chegando “Ate as coisas mais banais?” Afinal quem manda em você?

Quem não quer ser feliz? Que não busca alguém que lhe complete? A felicidade é a coisa que nós mais procuramos, só que muitas vezes nos desviamos no caminho quando fazemos esta busca, chegando a experimentar coisas tão “banais” que acabamos por inverter valores em nossa vida, mas cuidado! Não deixe-se desviar das coisas de Deus, não deixe-se enganar pelo “pai da mentira”, podemos dizer que o poeta desta música se desviou do “Amor exagerado”, afinal ele teve uma educação católica, já que sua mãe é uma mulher de grande fé. Deixou-se seduzir pela fama e o prazer fácil. Mas como não desviar do caminho? Simples, me guardando. Vai dizer à doutrina da Igreja no Catecismo, quando explica porque ela é contra o sexo antes do casamento, “porque ela quer proteger o amor. Uma pessoa não pode doar nada maior à outra do que a si mesma”. Jovem, guarde este amor puro, guarde sua pureza, não se deixe enganar. Não se deixe escravizar por seus impulsos, afinal quem é manda, são seus desejos ou seu coração? Se acaso for seus impulsos tenho que lhe dizer, você se tornou escravo, foi fraco e não teve coragem de nadar contra a corrente, afinal alguns nem tentam nadae, pois acham perda de tempo e mais fácil se entregar ao prazer. Mas, se for seu coração que dita as regras, lhe digo com alegria, você verdadeiramente compreendeu o que é um amor sadio, um amor “exagerado” de tão puro!

 “Exagerado (...) Por você eu largo tudo”;

Enfim, chegamos ao final de nossa reflexão sobre a castidade como um Amor “exagerado” e tão puro. Caros jovens, desde o momento que você aceita que seu corpo é um templo santo e que você deve respeitar aquele(a) que Deus colocou em seu caminho, você começa a viver junto ao amor “exagerado” de um Deus que lhe criou para ser feliz. Ser casto não é ser triste, ou andar de cabeça baixa com vergonha. Ser casto é mostrar ao mundo que você pode viver sim de maneira santa, que você não é irracional ao ponto de viver escravo de seus desejos. Ai vocês me perguntas, mas qual é o prêmio disso tudo? Eu lhe respondo filho, a felicidade. A felicidade de um dia achar alguém que como você também compreendeu que deveria ser também “exagerada” e que nadou contra a corrente mundana e se guardou para Deus, ou para aquele(a) que Deus escolheu para você. E assim um dia vocês juntos vão poder dizer um para o outro, “Por que você eu largo tudo”, tudo mesmo, o pecado, as seduções, por você eu deixarei meus pais, para que juntos construamos nossa felicidade baseada no “Amor exagerado” a Deus e no amor e na fidelidade de um para com outro, sendo assim concluir dizendo olhando nos olhos da pessoa amada, estaremos juntos “daqui até a eternidade”, pois o meu sim a você será pautado na fidelidade. E aqueles que decidiram se guardar totalmente, não se casando se consagrando a Jesus e a Sua Igreja possam dizer. ou melhor, gritar ao mundo “por Eles eu largo tudo!, dinheiro, carreia, canudo” e deixo para trás “as coisas mais banais”, por que eu achei o Amor puro, um amor “exagerado” que me amou por primeiro.



Jovens vale a pena, é possível, não é um sonho distante e muito menos uma utopia, é um sonho que deve ser sonhado hoje, a castidade é uma realidade palpável que pode lhe trazer segurança e felicidade, mas somente quando voltamos nosso coração para as coisas de Deus e usamos as armas certas como a oração, a meditação da palavra de Deus a adoração ao Santíssimo, usando estas armas poderemos chegar aonde os Santos um dia chegaram, afinal eles eram homens como nós. Repletos de desejos, mas se decidiram por Cristo! Olhemos a São José, ao qual o Sagrada Escritura o traz como “homem Justo” e os santos padres nos ensinam que ele era acima de tudo um homem “puro e casto”, peçamos a São José a força necessária para guardar nossa pureza para Deus, para o dia de nosso matrimônio e que a Virgem Maria nos ajude a trilhar este caminho de pureza. 

Por: Junior Diniz

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Catequese: A importância da ressurreição de Cristo


Marcos Rocha
Seminarista da Arquidiocese Militar do Brasil 


Amados irmãos.

Eu me chamo Marcos Rocha, sou seminarista da Arquidiocese Militar do Brasil, e curso o 2º ano de Teologia, no seminário interdiocesano Maria Mater Ecclesiae do Brasil, em Itapecerica da Serra, São Paulo.
É com alegria que venho a este Blog como colaborador e divulgador da Palavra de Deus e da Sã Doutrina da Igreja Católica.
Como estamos vivendo ainda os momentos da ressurreição de Nosso Senhor Jesus, vamos meditar algumas catequeses a respeito do tema.




Qual o sentido e a importância da Ressurreição?
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“Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia é também a vossa fé” (1 Cor 15, 14). O catecismo  da Igreja Católica ensina que a Ressurreição constitui antes de mais nada a confirmação de tudo o que Jesus fez e ensinou. Todas as verdades, mesmo as mais inacessíveis ao Espírito humano, encontram sua justificação se, ao ressuscitar, Cristo deu a prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade divina.
A Ressurreição de Cristo é cumprimento das promessas do Antigo Testamento. Prova disso é a passagem do Evangelho de São Lucas, no capítulo 24, 13ss, que narra a aparição de Jesus aos dois discípulos que iam para Emaús, de como lhes ensinou sobre as escrituras, desde Moisés, os profetas e toda a Escritura. 
A Ressurreição é o culminar da Encarnação. Ela confirma a divindade de Cristo, e também tudo o que Ele fez e ensinou, e realiza todas as promessas divinas em nosso favor. Além disso, o Ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, é o princípio da nossa justificação e da nossa Ressurreição: a partir de agora, Ele garante-nos a graça da adoção filial que é a participação real na sua vida de Filho unigénito; depois, no final dos tempos, Ele ressuscitará o nosso corpo.
 
1. A Páscoa é a festa mais importante do ano
ü A festa da Páscoa comemora o triunfo de Jesus Cristo     ressuscitado: é o culminar da nossa Redenção e o que confirma a nossa fé.
ü A ressurreição de Cristo é fundamento da religião cristã, porque é o argumento principal da sua divindade e da verdade da nossa fé.
2. A ressurreição de Cristo é um facto histórico
ü É um facto histórico que muitas testemunhas puderam comprovar porque, o que antes tinha morrido, aos três dias apareceu-hes vivo e com o mesmo corpo, agora glorificado.
ü A ressurreição de Cristo transcende a história, porque este     milagre, testemunhado pelos anjos, por Cristo e pela Escritura, é a confirmação da divindade de Jesus e da verdade de sua doutrina.
3. A Páscoa é o triunfo de Cristo
ü A Igreja celebra a ressurreição durante a noite de sábado a     domingo: a Vigília Pascal.
ü É a "noite sacratíssima", em que se acende o círio pascal, que    simboliza a luz de Cristo; as leituras bíblicas relembram as grandes      intervenções de Deus com o homem, desde a criação até à redenção; se renovam as promessas do baptismo.
4. Jesus Cristo vive e é o fundamento da vida cristã
ü O círio pascal recorda que a luz do mundo é Cristo, que morreu mas ressuscitou, e vive e permanece connosco na  Igreja e na Sagrada Eucaristia.
5. Cada domingo celebramos a ressurreição de Jesus Cristo
ü Jesus Cristo ressuscitou no Domingo da Ressurreição. Por isso lhe chamamos domingo ou dia do Senhor: porque ressuscitou Jesus.
ü Mas é tão grande o milagre da ressurreição que, não só o celebramos nesse dia, mas todos os domingos do ano. Cada domingo os cristãos vão à Missa para celebrar a morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Assim na sua Ressurreição a verdade da divindade de Jesus é confirmada. Disse Ele: “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que EU SOU” (Jo 8, 28).

Finalmente, a Ressurreição de Cristo – e o próprio Cristo ressuscitado – é principio e fonte de nossa ressurreição futura: “Cristo ressuscitou dos mortos, primicias dos que adormeceram… assim como todos morreram em Adão, em Cristo todos receberão a vida” (1 Cor 15, 20-22). Na expectativa desta realização, Cristo ressuscitado vive no coração de seus fieis.
No Domingo de Páscoa o Senhor ressuscitou como tinha predito. “O sepulcro vazio e os panos de linho no chão significam por si mesmo que o corpo de Cristo escapou as correntes da morte e da corrupção pelo poder de Deus” ( CIC 657).  A Ressurreição de Jesus Cristo é a festa das festas, o centro ou ponto de referência de todas as celebrações cristãs, a Páscoa ou passagem do Senhor, é o triunfo definitivo de Deus sobre a morte e o pecado entre os homens.