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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Você é ansioso? Busque respostas na visão Cristã

A ansiedade na visão cristã




Segundo estudos recentes o número de pessoas com depressão ou ansiedade aumentou em quase 50% entre 1990 e 2013, passando de 416 milhões para 615 milhões. Qual é a ótica cristã sobre o tema?

Segundo estudos recentes o número de pessoas com depressão ou ansiedade aumentou em quase 50% entre 1990 e 2013, passando de 416 milhões para 615 milhões. Os dados são alarmantes e merecem toda a atenção. Um dos fatores que se destacam é a supervalorização do ter, ou seja, o consumismo exacerbado com o agravante de manter uma aparência interessante a ser exposta nas redes sociais. No mínimo lamentável!

Jesus abordava temas de profundo significado que só passaram a ser analisados pelos homens dezenove séculos depois, com o surgimento da psiquiatria e da psicologia. Sempre adiantado em seu tempo Ele discorreu sobre as dificuldades criadas pela ansiedade: “Não andeis ansiosos pela vossa vida”. Com essas palavras, Jesus alerta sobre o imediatismo humano que leva as preocupações exageradas com a sobrevivência, os pensamentos antecipatórios, à desvalorização do ser em relação ao ter.

O Mestre é grande sábio, as causas que Ele apontou não mudaram no mundo moderno; pelo contrário, se intensificaram. Claro que existe uma ansiedade inerente ao homem, ligada à construção de pensamentos e que, portanto, é normal. Todavia, muitas vezes, usamos os pensamentos contra nós mesmos e geramos uma vida ansiosa. Os problemas ainda não ocorreram, mas já estamos angustiados por eles. O registro de Mateus diz “… Basta ao dia o seu próprio mal”. Para entendermos esta máxima observemos que a maioria de nossas preocupações antecipatórias nunca chega a acontecer realmente, tornando nosso sofrimento vão.

O transtorno de ansiedade torna a vida humana, que deveria ser prazerosa, um espetáculo de horror, de medo, de aflição. Nunca tivemos tantos sintomas psicossomáticos: cefaleia, dores musculares, fadiga excessiva, sono perturbado, transtornos alimentares, como a bulimia, anorexia e obesidade. Isto reflete a nossa dificuldade em gerenciar nossos pensamentos em favor de nós mesmos. Sendo a ansiedade gerada em nossos pensamentos e levando em consideração que pensar é um ato involuntário, compreendemos que é no pensamento que devemos nos vigiar.

Aprendendo a gerenciar nossa mente a nosso favor dominamos as reações emocionais e passamos a ser executores de nossa história. O primeiro passo é, sem dúvida, detectar os pensamentos destruidores e passar a evitá-los cada vez mais. Esses pensamentos são ligados aos sentimentos de orgulho, inveja, ódio e insegurança, por isso podem prejudicar quem os alimenta.

Cristo não frequentou escola, não estudou as letras, mas foi e continuará sendo o grande Mestre da Vida, seus ensinamentos são sempre atuais e oportunos porque em sua sabedoria tinha convicção que seriam necessários nos séculos seguintes. Ao exclamar: “Eu sou a verdade, o caminho e a vida”, Jesus nos alertou sobre a necessidade de procurar seus ensinamentos a fim de nos tornarmos seres humanos melhores e mais conscientes.


 Fonte: Aleteia.com

QUANDO ESTAMOS UNIDOS... REFLEXÃO SOBRE O DOMINGO DE PENTECOSTES

 



Quando estamos unidos...

    Neste final de semana celebramos a solenidade de Pentecostes, a Igreja no mundo inteiro celebra a vinda do Espírito Santo, sobre a Virgem Maria e os apóstolos no Cenáculo. Poderia aqui trazer uma vasta discussão pneumatológica, ou seja, sobre a pessoa do Espírito Santo e sua ação na alma humana.

    No entanto, gostaria de salientar um aspecto pouco e talvez quase sempre esquecido mas que nos é trazido pelos Atos dos Apóstolos no capítulo 2 "Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam". A narrativa nos diz que estavam reunidos no mesmo lugar, aqui se trata do Cenáculo, lugar de especial importância e cenário para alguns dos encontros do ressuscitado com seus apóstolos, mas você deve estar se perguntando aonde quero chegar, pois bem, o que quero chamar atenção é para a dimensão comunitária de nossa fé católica.

    O Espírito Santo derramou-se sobre a comunidade dos Apóstolos, reunidos em torno de Maria Santíssima, que como bem nos ensinam a tradição e o magistério, não só é mãe, mas imagem da Igreja. Vivemos tempos difíceis, em que muitas vezes somos impedidos de praticar a dimensão comunitária de nossa fé, no entanto, não podemos esquecer, que desde os primórdios do cristianismo, mesmo em tempos de perseguição, nossos irmãos se reuniam, mesmo que às escondidas, a fim de celebrar e exercer os dons e carismas. Isso nos afirma a primeira carta aos Coríntios “formamos um só corpo, animado pelo único Espírito.” (Cf I Cor 12, 3b-7.12-13)

    Dessa forma, não deixemos apagar em nós, essa profunda marca de nossa fé, a vivência comunitária. pois quando estamos unidos, o Senhor mesmo sopra sobre nós seu Espírito Santo, nos enchendo com seus dons, trazendo vida a Igreja, lançando fora todo medo e temor, comunicando-nos a sua paz.


Por: William Amaral Nunes

Colaborador do Blog, estudante de Teologia da UcPel/RS.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

5 coisas que você não sabia sobre a água benta

5 coisas que você não sabia sobre a água benta


Papa Francisco asperge o povo durante o ato penitencial da Santa Missa de São Pedro e São Paulo na Basílica Vaticana


Vamos mostrar a você caríssimo leito alguns dos benefícios que água benta trás a nós cristãos, que desta maneira possamos usa-la melhor para nos aproximarmos ainda mais dos sagrados mistério de Jesus Cristo nosso Senhor. 

A água benta é provavelmente um dos sacramentais mais conhecidos da Igreja. Não confundam sacramental com sacramento. Sacramental é um sinal sagrado segundo o modelo dos sacramentos, mediante o qual significam efeitos obtidos pela intercessão da Igreja.
Alguma vez já se perguntou desde quando a Igreja usa água benta? Porque sempre a encontramos na entrada das igrejas? Estas e outras perguntas estão respondidas aqui!
Conheça 5 coisas que você não sabia sobre água benta:

1) Sua origem

Se pode dizer que a origem da água benta remonta os tempos de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele mesmo abençoou as águas. Mais adiante, o Papa São Alexandre I, que exerceu seu pontificado desde 121 d.C. até 132, determinou que o sal seria posto na água, enquanto as orações são ditas normalmente pela igreja. Os judeus colocavam cinzas na água, por isso São Clemente dizia que o que o que estava sob a antiga lei era a cinza, sob a graça, o sal.

2) Por que  tem água benta à entrada de algumas igrejas?

A água benta é colocada ali para nos persignarmos (fazer o sinal da cruz na testa, lábios e peito) com ela ao entrar no templo e sermos abençoados por Deus, com o sinal da Cruz. Assim entregamos todos os nossos sentidos a Ele, em Sua casa. Quando entramos na Igreja devemos pedir para que o Espírito Santo ilumine os nossos corações, infundindo neles aquele santo temor, piedade, silêncio e reverência, que cabem àquele santo lugar.

3) Como foi introduzido o uso da água benta na Igreja?

Foi em substituição à uma antiga cerimônia judia em que, antes de entrar na oração, se lavavam pedindo a Deus que os tornasse limpos. Para lembrar essa figura, os sacerdotes católicos primeiro abençoam a água, como um rito que ainda se mantém.

4) O que simboliza a água benta?

A água benta simboliza o suor de Nosso Senhor Jesus Cristo no horto e o preciosíssimo sangue que molhou seu rosto, na agonia.

5) Que efeitos tem a água benta?

Tradicionalmente se sabe que a água benta tem os seguintes efeitos:
– Afugenta toda potestade demoníaca sobre as pessoas e lugares que onde ela é lançada.
– Apaga os pecados veniais.
– Afugenta toda sombra, nuvem, fantasia e astúcia diabólica.
– Encerra as distrações da oração.
– Nos dispõe, com a graça do Espírito Santo, a uma maior devoção.
– Infunde em nós a virtude da benção divina para receber os sabramentos, para o administrá-los, e para celebrar os divinos ofícios de Deus.

Tem mais alguma informação sobre a água benta? Conte-nos! Através de nosso e-mail : junior_diniz_15@hotmail.com

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Se eu não fosse Católico qual Igreja eu iria buscar?



O texto que publicamos é do venerável Fulton J. Sheen, um arcebispo americano, e ele diz em poucas e belas palavras de qual Igreja ele iria buscar se não nascesse católico, veja, leia, reflita e se quiser #Compartilhe com seus amigos este belo escrito. 


Se eu não fosse Católico e estivesse procurando a verdadeira Igreja no mundo de hoje, eu iria em busca da única Igreja que não se dá muito bem com o mundo. Em outras palavras, eu procuraria uma Igreja que o mundo odiasse. Minha razão para fazer isso seria que, se Cristo ainda está presente em qualquer uma das igrejas do mundo de hoje, Ele ainda deve ser odiado como o era quando estava na terra, vivendo na carne.
Se você tiver que encontrar Cristo hoje, então procure uma Igreja que não se dá bem com o mundo. Procure por uma Igreja que é odiada pelo mundo como Cristo foi odiado pelo mundo. Procure pela Igreja que é acusada de estar desatualizada com os tempos modernos, como Nosso Senhor foi acusado de ser ignorante e nunca ter aprendido. Procure pela Igreja que os homens de hoje zombam e acusam de ser socialmente inferior, assim como zombaram de Nosso Senhor porque Ele veio de Nazaré. Procure pela Igreja, que é acusada de estar com o diabo, assim como Nosso Senhor foi acusado de estar possuído por Belzebu, príncipe dos demônios .
Procure a Igreja que em tempos de intolerância (contra a sã doutrina,) os homens dizem que deve ser destruída em nome de Deus, do mesmo modo que os que crucificaram Cristo julgavam estar prestando serviço a Deus.
Procure a Igreja que o mundo rejeita porque ela se proclama infalível, pois foi pela mesma razão que Pilatos rejeitou Cristo: por Ele ter se proclamado a si mesmo A VERDADE. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo assim como Nosso Senhor foi rejeitado pelos homens. Procure a Igreja que em meio às confusões de opiniões conflitantes, seus membros a amam do mesmo modo como amam a Cristo e respeitem a sua voz como a voz do seu Fundador.
E então você começará a suspeitar que se essa Igreja é impopular com o espírito do mundo é porque ela não pertence a esse mundo e uma vez que pertence a outro mundo, ela será infinitamente amada e infinitamente odiada como foi o próprio Cristo. Pois só aquilo que é de origem divina pode ser infinitamente odiado e infinitamente amado. Portanto, essa Igreja é divina .”
Arcebispo Fulton J. Sheen, Radio Replies, Vol. 1, p IX, Rumble & Carty, Tan Publishing – Tradução: Gercione Lima

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Você se sente deprimido e sem vontade de viver? Deixe o Papa Francisco te ajudar...



O Papa Francisco tem uma mensagem especial para você que se sente desanimado e deprimido diante das dificuldades da vida, pare um pouco leia e deixe que Cristo fale com você através do Papa.

Antes de ler a reflexão do Papa, leia essas duas leituras propostas pela liturgia do dia 27 de Setembro, dia de São Vicente de Paulo. Deus ira falar com você através dessas duas leituras. Pare, reflita



Primeira Leitura (Jó 3,1-3.11-17.20-23)

“Jó abriu a boca e amaldiçoou o seu dia, 2dizendo: “Maldito o dia em que nasci e a noite em que fui concebido. Por que não morri desde o ventre materno, ou não expirei ao sair das entranhas? Por que me acolheu um regaço e uns seios me amamentaram? Estaria agora deitado e poderia descansar, dormiria e teria repouso, com os reis e ministros do país, que construíram para si sepulcros grandiosos; ou com os nobres, que amontoaram ouro e prata em seus palácios. Ou, então, enterrado como aborto, eu agora não existiria, como crianças que nem chegaram a ver a luz.
Ali acaba o tumulto dos ímpios, ali repousam os que esgotaram as forças. Por que foi dado à luz um infeliz e vida àqueles que têm a alma amargurada? Eles desejam a morte que não vem e a buscam mais que um tesouro; eles se alegrariam por um túmulo e gozariam ao receberem sepultura.
Por que, então, foi dado à luz o homem a quem seu próprio caminho está oculto, a quem Deus cercou de todos os lados? ”

Salmo responsorial 87, 2-8

A vós clamo, Senhor, sem cessar, todo o dia, e de noite se eleva até vós meu gemido. Chegue a minha oração até a vossa presença, inclinai vosso ouvido a meu triste clamor!
Saturada de males se encontra a minh’alma, minha vida chegou junto às portas da morte. Sou contado entre aqueles que descem à cova, toda gente me vê como um caso perdido!
O meu leito já tenho no reino dos mortos, como um homem caído que jaz no sepulcro, de quem mesmo o Senhor se esqueceu para sempre e excluiu por completo de sua atenção.
Ó Senhor, me pusestes na cova mais funda, nos locais tenebrosos da sombra da morte. Sobre mim cai o peso do vosso furor, vossas ondas enormes me cobrem, me afogam.


Deixe agora Deus falar a você através do seu Vigário na terra, o Papa Francisco tem um recado que vai te ajudar, abra seu coração...


Durante a homilia na festa de São Vicente de Paulo, o Papa Francisco meditou sobre a primeira leitura, que conta a história de Jó, o qual passou por uma grande “desolação espiritual” e “havia perdido tudo”. O Santo Padre ofereceu alguns conselhos para aquelas pessoas que se sentem tristes e deprimidas.
“A desolação espiritual é uma coisa que acontece com todos nós: pode ser mais forte ou mais fraca… mas é uma condição da alma obscura, sem esperança, desconfiada, sem vontade de viver, que não vê a luz no fim do túnel, que tem agitação no coração e nas ideias”.

Mas também, “a desolação espiritual nos faz sentir como se nossa alma fosse ‘achatada’: quando não consegue, não quer viver: ‘A morte é melhor!’”, acrescentou o Pontífice.

Isto foi o que aconteceu com Jó, “melhor morrer do que viver assim”. “E nós devemos entender quando nosso espírito está neste estado de tristeza geral, quando ficamos quase sem respiro. Acontece com todos nós e temos que compreender o que se passa em nosso coração”, aconselhou.
Francisco convidou então a nos perguntar: “O que se deve fazer quando vivemos estes momentos escuros, por uma tragédia familiar, por uma doença, por alguma coisa que me leva ‘para baixo’. Alguns pensam em engolir um comprimido para dormir e tomar distância dos fatos, ou beber ‘dois, três, quatro golinhos’. Mas isto não ajuda”, assegurou o Papa.

Em vez disso, a liturgia de hoje “nos mostra como lidar com a desolação espiritual, quando ficamos mornos, para baixo, sem esperança”.
O Santo Padre indicou que no salmo 87 está a resposta: “Chegue a ti a minha prece, Senhor”. Portanto, é preciso rezar: “É uma oração de bater na porta, mas com força!”, exclamou.
“Senhor, eu estou cheio de desventuras. A minha vida está à beira do inferno. Estou entre aqueles que descem à fossa, sou como um homem sem forças’”, disse o Papa.
“Quantas vezes nós nos sentimos assim, sem forças… E esta é a oração. O Senhor mesmo nos ensina como rezar nestes momentos difíceis. ‘Senhor, me lançaste na fossa mais profunda. Pesa sobre mim a Tua cólera. Chegue a Ti a minha oração’”.

Nesse sentido, o Pontífice disse novamente: “Assim devemos rezar nos piores momentos, nos momentos mais escuros, mais desolados, mais esmagados, que nos esmagam mesmo. Isto é rezar com autenticidade. E também desabafar como desabafou Jó com os filhos. Como um filho”.
Francisco destacou que o personagem da Bíblia viveu também o silêncio dos amigos nesta situação.

Diante de uma pessoa que sofre, disse o Papa, “as palavras podem ferir”. O que conta é estar perto, fazer sentir a proximidade, “mas não fazer discursos”.
“Quando uma pessoa sofre, quando uma pessoa se encontra na desolação espiritual, você tem que falar o mínimo possível e você tem que ajudar com o silêncio, a proximidade, as carícias, com a sua oração diante do Pai”.
Em seguida, o Santo Padre disse que existem 3 coisas que se devem fazer:
“Em primeiro lugar, reconhecer em nós os momentos de desolação espiritual, quando estamos no escuro, sem esperança, e nos perguntar por quê. Em segundo lugar, rezar ao Senhor, como na liturgia de hoje, com este Salmo 87 que nos ensina a rezar, no momento de escuridão”, prosseguiu o Papa.
“E em terceiro lugar, quando me aproximo de uma pessoa que sofre, seja por doenças, seja por qualquer sofrimento, mas que está na desolação completa, silêncio; mas silêncio com tanto amor, proximidade, ternura. E não fazer discursos que, depois, não ajudam e, também, lhe fazer mal”.

Ao concluir, o Papa Francisco disse: “Rezemos ao Senhor para que nos conceda essas três graças: a graça de reconhecer a desolação espiritual, a graça de rezar quando estivermos submetidos a este estado de desolação espiritual e também a graça de saber acolher as pessoas que passam por momentos difíceis de tristeza e de desolação espiritual”.

Fonte: Aleteia.com

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Eu posso ser Católico mesmo sendo socialista e comunista?


Ih, já estou até vendo depois dessa postagem o "mi mi mi" de muita gente dodói ai!

Alguém já viu algum judeu nazista? Eu, nunca, e creio que tal bizarrice jamais existiu ou existirá. Mas há um tipo de criatura similar, em termos de absurdo filosófico e moral: o católico que se diz socialista, ou que ajuda a colocar no poder políticos declaradamente marxistas. Esse tipo, infelizmente, existe aos montes!



Enquanto Hitler matou mais de seis milhões de judeus, os grandes líderes comunistas foram responsáveis pelo genocídio de cerca de 100 MILHÕES de pessoas. Estes números foram divulgados em 1997 por “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, uma obra realizada em conjunto por professores e pesquisadores europeus. Se bem que dois dos autores do livro (Nicholas Werth e Jean-Louis Margolin) discordam deste total de 100 milhões de mortos… O número de vidas ceifadas pelos regimes do martelo e da foice estaria entre 65 e 93 milhões. Ah, tá, assim fica bem melhor.
A crueldade, a mentira e a violência do socialismo estão na sua raiz. Por isso, seus líderes sabem que não obterão o apoio popular se, antes, não desumanizarem as pessoas. E a melhor forma de fazer isso é afastá-las de Deus, é afastá-las, em especial, da caridade cristã. Isso fica mais do que evidente nas afirmações abaixo:
“O comunismo começa onde começa o ateísmo.”
Karl MARX (Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West)
“O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moral.”
Karl MARX (Manifesto Comunista)
“Devemos combater a religião. Isto é o a-b-c de todo o materialismo e, portanto, do marxismo”.
Vladimir LENIN (Sur le rapport du parti ouvrier à la religion)

Que palavras meigas! Não é à toa que grande parte parte das vítimas dos regimes socialistas é composta por cristãos, das mais diversas denominações. Por isso, ao aparecer aos Pastorinhos de Fátima, Nossa Senhora revelou o seu temor de que a Rússia espelhasse os seus erros pelo mundo. Ora, só uma mula não sabe o que isso significava: a Virgem pedia orações para que a ideologia demoníaca do comunismo não se espalhasse para outras nações, o que de fato veio a ocorrer.
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Ainda hoje, nos países governados por ditaduras comunistas, os cristãos continuam a ser duramente perseguidos por causa de sua fé, até mesmo na “avançada” China, conforme mostramos no artigo “Catecine – Deus é Vermelho”. Apesar de tudo isso, os políticos de partidos declaradamente marxistas contam com a simpatia e o voto de milhões de católicos.

Não vamos pegar pesado com os adolescentes das PJs da vida, que andam por aí exibindo a imagem de um facínora na camiseta. Desde a infância, ano após ano, eles sofrem uma verdadeira lavagem cerebral nas salas de aula, pobrezinhos (e em certas homilias, diga-se de passagem). São levados a crer que o porco do Che é uma versão de São Francisco de Assis com fuzil na mão… Mas ingenuidade tem limite, né, galera? Depois dos 18 anos, não dá mais pra acreditar em coelho da Páscoa, em papai-noel e em comunista gente boa!
Sabe aquele candidato simpaticão, filiado a um partido socialista, que você tá pensando em votar (ou em quem você já votou) nestas eleições? Ele tem em mente as mesmas metas de carniceiros como Lênin, Stálin, Mao Tse-tung e Pol Pot: abolir a moral, a família e a religião. Acha que eu tô exagerando? Então deixa de preguiça e dá uma lida no programa do partido desse cara. Você verá ali:
  • ainda que escamoteado, o plano de repressão das liberdades individuais, especialmente pelo controle dos meios de comunicação;
  • a defesa das uniões homossexuais e a doutrinação das crianças nas escolas, para que vejam com normalidade o comportamento homossexual;
  • a defesa do aborto (muitas vezes indicada pela expressão “direito reprodutivo das mulheres”);
  • a campanha pelo fim da propriedade privada;
  • o estímulo ao ódio e à luta de classes.

Socialista pró-liberdade é que nem prostituta virgem
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Para tentar se desvincular da imagem das pilhas de cadáveres e do autoritarismo desumano dos governos totalitários comunistas, os políticos socialistas, dando uma de espertos, criticam os excessos de gente como Stálin (como se ele fosse a única maçã podre deste cesto imundo), e dizem propor um socialismo comprometido com a liberdade e a democracia. Vão mentir assim lá na China! E o pior é que tem muita gente que bota fé nesse papinho, e depois ainda critica o Tufão, por ter dado tanto crédito pra Carminha!

Mas a máscara de “defensores da liberdade” dos políticos socialistas nunca demora muito pra cair. Na Venezuela, por exemplo, o presidente Chávez fechou diversas rádios e TVs, por terem cometido o “crime” de criticar o seu maravilhoso governo. E, aqui no Brasil, os políticos de esquerda já não escondem de ninguém que estão doidinhos para controlar os conteúdos veiculados pela mídia. E pretendem conseguir isso por meio da aprovação de uma nova lei.
Socialista querendo tirar onda de democrata é que nem prostituta posando de donzela. E sempre tem trouxa que acredita! Sobre isso, é interessante esta declaração:
“De início, se mostram amantes da ‘democracia e da liberdade’, mas logo, quando podem, revelam que sua democracia (…) não passa de matar quem não concorda com eles ou destruir toda oposição a sua utopia. O século 20 é a prova cabal deste fato.”
(Luiz Felipe Pondé, filósofo. Fonte: Folha de São Paulo)
Mesmo sabendo de tudo isso, sempre aparece um cristão desmiolado pra dizer:“Apoio o socialismo, e nem por isso digo sim ao aborto”. Aham. E o Estanislau Josicrêisson apóia o nazismo, e nem por isso diz sim ao antissemitismo! Eita povinho mais sem lógica! Tão parecendo até a Heloísa Helena, que recentemente saiu do partido que ela mesma fundou – PSOL – alegando ter sido obrigada a defender o aborto. Ô, coitada! Faço minhas as palavras abaixo:
“Heloísa, você descobriu agora que todas as doutrinas vermelhas,todos partidos de esquerda, incluindo o que você fundou,possuem no próprio DNA a dialética marxista materialista, que promove o ódio a civilização ocidental, seus valores cristãos, e tem invariavelmente entre suas cláusulas pétreas a defesa do aborto total e irrestrita?”
Fonte: “Cultura da Vida
A definição é perfeita, DECOREM ISSO: o ódio marxista ao cristianismo e a meta de destruir um a um os valores cristãos fazem parte do DNA dos políticos socialistas.
É verdade que a ameaça aos valores defendidos pela Igreja parte não só dos políticos de esquerda. Porém, a “vantagem” daqueles que não possuem o gene do marxismo é que, com eles, ao menos os cristãos têm alguma possibilidade de diálogo, têm maior potencial de pressão. Já um político com o socialismo na veia jamais desiste da sua meta de implementar um estado totalitário. E, até conseguir isso, ele vai derrubando todo os vestígios de cristianismo e de democracia que vê pelo caminho.
Se, depois de tomar conhecimento de tudo isso, um sujeito ainda insiste em dizer que é católico e socialista, só me restará deixar à Dona Carminha a tarefa de classificá-lo. Oi, oi, oi!

Fonte: O Catequista

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Já chega! Estou cansado de tudo e de todos!



“Vinde a mim todos vós que estais cansados e eu vos aliviarei.” (Mt 11, 28)


           “E então eu me vi cansado!” Meu amigo leitor, quantas vezes nós não fazemos esta exclamação, muitas vezes no fim de um dia cansativo, outros, porém já no seu inicio de dia, “eu estou farto!”. Atualmente vivemos no mundo do agora, do instantâneo, queremos fazer tudo de uma só vez, queremos tudo de uma só vez! Mas, esquecemos que nós também nos cansamos, nos desgastamos, esquecemos que temos um limite. E quando é o outro que me desgasta, ou os problemas cotidianos, para uma criança pode ser um estudo pesado, problemas na escola, para um jovem adolescente pode ser a pressão do vestibular, como também um fim de um relacionamento, para um pai e uma mãe de família o seu trabalho, ou problemas no casamento, para pessoas idosas sua saúde frágil e debilitada ou a perda de um filho precocemente, enfim, concluímos que todos temos problemas, todos carregamos um fardo pesado em nossas vidas. Esta constatado por estatísticas que o maior mal do século XXI é a depressão, este mal assola toda a humanidade, todos estamos expostos a ele! Estamos expostos a ficar numa tristeza tão profunda que pensamos até em dar fim em nossa vida, muitas vezes nesta depressão o simples fato de um dia esta nublado já é causa de eu não sair de casa.

Quando não caímos no mal da depressão corremos o risco de jogarmos todos os nossos problemas sobre pessoas que não tem culpa, ou que não conseguem carregar, ou sobre aquelas que não tem a mínima noção do que se trata. Uma criança, por exemplo, ela pode expressar seu cansaço numa raiva, ou ficando quieta demais, silenciosa, presa em um mundo onde só existe ela, que ela pode fugir dos problemas. Um adolescente pode se afundar no mundo das drogas, esquecendo-se que existe um outro caminho, um outro lugar para depositar seu cansaço. Um pai e uma mãe podem terminar um relacionamento, pois se chegou ao ponto de um ofender ao outro de maneira inimaginável. Um idoso que não se vê mais com esperança por conta de tanto problema que droga de remédios para poder findar mais rápido sua vida. Sim, a vida é difícil. Onde posso eu buscar ajuda nesta hora? Respondemos de uma maneira simples: Em Jesus Cristo! Ah, podem pensar, porque buscar Jesus Cristo, uma utopia! Devemos busca-Lo, pois foi ele próprio quem disse: “Vinde a mim todos os que estais cansados” (Mt 11, 28).

Colocar um olhar sobrenatural na vida a torna mais agradável, mais digna e de fácil entendimento, que esperança tem aquele que não crê em Deus? Eu vivo, eu estudo, eu trabalho para um dia morrer. Este “morrer” para quem não crê pode ser visto como um fim, pronto, acabou! O ser humano é necessita de sentido na vida, este sentido só pode ser dado por Deus.

Como buscar então a Jesus, para depositar nele meu cansaço, para que Ele me ajude a leva-lo? Simples, peça o auxilio Àquele que o Pai celeste, teu criador deixou como Paráclito, o Espírito Santo. Comece como uma simples frase, sincera: “Senhor, eu preciso de Ti”, “Eu dependo de Ti”, “Eu estou sofrendo e sozinho já não posso mais”! Acredite, o Pai pode ouvi-lo! Vai afirmar o Evangelista Matheus na narrativa do Evangelho que Jesus se compadeceu da multidão que o seguia: “Ao ver a multidão ver a multidão teve compaixão dela” (Mt 9, 36). Mas este compadecer de Cristo não foi uma compaixão qualquer, Ele olhou para que os seguiam e viu naqueles homens e mulheres um cansaço físico e espiritual. Ele sabia que aqueles que estavam ali, junto dele precisavam de seu olhar misericordioso. E hoje, você, precisa desse olhar? Precisa que Jesus se compadeça de você, que lhe pegue pela mão e o levante da escuridão que você se encontra, ou tu te achar capaz de levar tudo sozinho?

Para conseguir a ajuda de Cristo é necessário um gesto simples, mais que necessita força interior, é necessário levantar a cabeça e olhar dentro dos olhos do Mestre. O Ato de olhar nos olhos é um ato de confiança. Vejamos, quando você fala com alguém, e esta pessoa a quem você esta se dirigindo não lhe olha nos olhos, você fala: Não confio, ela não olhou em meus olhos. Vai nos dizer o Papa Francisco que “os olhos são o espelho a alma”.

Voltemos para o cansaço. O mundo de hoje nos pede muito como foi dito no começo desta reflexão, é uma cultura exigente, que devasta tudo; e acredite, Jesus sabe disso, Ele sabe de seu cansaço, Ele apenas lhe pede, me olhe nos olhos, deixe-Me te ajudar, “eu vos darei descanso” (Mt 11, 28). Mas, vai dizer ainda Cristo, que não basta apenas deixar sobre ele nossos cansaços, é necessário aprender algo, é necessária uma lição, mas esta lição não é fácil, exige que saiamos do nosso orgulho pessoal, precisamos diz Jesus, “aprender” Dele, aprender a mansidão, aprender ser manso, ser puro e mais ainda, ser humilde como Ele o foi. Esta humildade não é uma humildade qualquer, ela é libertadora, ela é capaz de vencer o mal mais inimaginável de sua vida, ela é capaz de dar força a criança, ela capacita o adolescente, da sabedoria aos pais e da animo aos idosos, ela humildade nos vem com o auxilio do Espírito Santo e é necessário um coração desprendido.

Enfim, ao olharmos para trás vemos todo um cansaço, físico, psíquico e moral. A vida nos bate de tal forma que quando caímos por terra nos machucamos muito, se abrem feridas que por nossa força mesma não podemos curar, mas temos alguém que pode, temos um Médico especialista em corações e almas feridas. Um Médico que experimentou em si próprio a dolorosa condição de escravo, não ferido pelos males de um pecado, mas ferido em Sua carne mortal. Jesus Cristo entende o homem, pois ele experimentou sua dor, sentiu em Si mesmo o que é sofrer na carne, o que é ter medo. Deixe-O curar, deixe-o aliviar seu peso, olhe em seus olhos, reconheça-se pequeno e frágil. Maria experimentou olhar nos olhos de Deus, tanto foi que ela mesma se fez morada do Altíssimo. Ela confiou e se lançou a seus braços, pois sabia que no seu cansaço Deus jamais a abandonaria. Faça a experiência de se deixar consolar por Jesus. O que você a perder? Nada! O que você tem a ganhar? Tudo, um Pai, um Amigo, alguém que lhe dará a força do alto, um paraclito! Deixe-se consolar, basta apenas amar! 

Por: Junior Diniz

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Celibato: Um amor exagerado, um amor de cruz!



Queridos amigos, louvado seja Deus que nos cumulou de um amor tão puro. Sei que muitos devem já estar fartos de ouvir falar sobre castidade, mas queria eu falar de uma maneira diferente hoje, usando alguns versos de uma música, “Exagerado – Cazuza”, usando os ensinamentos da Igreja e a Palavra de Deus. Pois bem primeiro o que é um amor casto? Vai dizer a Santa Igreja que o “amor casto é aquele que procura se defender das forças internas e externas que procuram destrui-lo”(§ 2238). Enfim, é aquele amor que recusa tudo aquilo que o afasta do verdadeiro Amor, aquele amor que não aceita ser um objeto. Mas, espere? Usar Cazuza numa palestra sobre castidade? Meio controverso não? Sim, é! Mas, nada melhor que uma poesia sincera para que nademos hoje nós contra a corrente mundana, que tal purificar nosso coração da malicia experimento verdadeiramente “Um amor exagerado! A castidade!”. Reflitamos três pontos que irão nos ajudar. “Amor da minha vida, daqui ate a eternidade”, “Ate as coisas mais banais” e “Por Você eu largo tudo!”

    "Amor da minha vida, daqui ate a eternidade...."

Esta bem povo de Deus, como dizer de castidade usando a música de um cantor que morreu de AIDS? Meu Jesus este cara é louco, que escândalo! Busquemos a Verdade com alguém que caiu no erro de buscar um amor interesseiro, momentâneo, um amor mundano, "amor inventado" e não o verdadeiro Amor, aquele Amor que se deu no exagero da cruz! Amigos, Jesus foi um homem “exagerado”, um homem que amou incansavelmente a todos, olhemos para a figura deste “Homem exagerado”, Ele amou um publicano e o chamou à segui-lo, amou a Pedro, meu Deus ele o traiu! Amou a Judas, aquele que o traiu e entregou a morte. Amou a Tomé, mesmo sabendo que Ele tinha fraqueza em acreditar! Jovens, Jesus foi exagerado no Amor, exagerado por que nos ama tanto que chamamos sua morte e sofrimento de Paixão. Ele quer dar este Amor a você, porque Ele te ama exageradamente, te ama desde “aqui”, por mais pecados que você tenha cometido, e te amará “até a eternidade”, onde Ele te preparou um lugar. Ele nos provou este amor exagerado se entregando a Cruz, Ele não desistiu em sua dor, foi até o fim! Por que você não pode ir também e aceitar este “Amor exagerado” de tão puro? E dizer a todos eu achei o “Amor da minha vida” e vou ama-lo “daqui ate a eternidade”.

Exagerado chegando “Ate as coisas mais banais?” Afinal quem manda em você?

Quem não quer ser feliz? Que não busca alguém que lhe complete? A felicidade é a coisa que nós mais procuramos, só que muitas vezes nos desviamos no caminho quando fazemos esta busca, chegando a experimentar coisas tão “banais” que acabamos por inverter valores em nossa vida, mas cuidado! Não deixe-se desviar das coisas de Deus, não deixe-se enganar pelo “pai da mentira”, podemos dizer que o poeta desta música se desviou do “Amor exagerado”, afinal ele teve uma educação católica, já que sua mãe é uma mulher de grande fé. Deixou-se seduzir pela fama e o prazer fácil. Mas como não desviar do caminho? Simples, me guardando. Vai dizer à doutrina da Igreja no Catecismo, quando explica porque ela é contra o sexo antes do casamento, “porque ela quer proteger o amor. Uma pessoa não pode doar nada maior à outra do que a si mesma”. Jovem, guarde este amor puro, guarde sua pureza, não se deixe enganar. Não se deixe escravizar por seus impulsos, afinal quem é manda, são seus desejos ou seu coração? Se acaso for seus impulsos tenho que lhe dizer, você se tornou escravo, foi fraco e não teve coragem de nadar contra a corrente, afinal alguns nem tentam nadae, pois acham perda de tempo e mais fácil se entregar ao prazer. Mas, se for seu coração que dita as regras, lhe digo com alegria, você verdadeiramente compreendeu o que é um amor sadio, um amor “exagerado” de tão puro!

 “Exagerado (...) Por você eu largo tudo”;

Enfim, chegamos ao final de nossa reflexão sobre a castidade como um Amor “exagerado” e tão puro. Caros jovens, desde o momento que você aceita que seu corpo é um templo santo e que você deve respeitar aquele(a) que Deus colocou em seu caminho, você começa a viver junto ao amor “exagerado” de um Deus que lhe criou para ser feliz. Ser casto não é ser triste, ou andar de cabeça baixa com vergonha. Ser casto é mostrar ao mundo que você pode viver sim de maneira santa, que você não é irracional ao ponto de viver escravo de seus desejos. Ai vocês me perguntas, mas qual é o prêmio disso tudo? Eu lhe respondo filho, a felicidade. A felicidade de um dia achar alguém que como você também compreendeu que deveria ser também “exagerada” e que nadou contra a corrente mundana e se guardou para Deus, ou para aquele(a) que Deus escolheu para você. E assim um dia vocês juntos vão poder dizer um para o outro, “Por que você eu largo tudo”, tudo mesmo, o pecado, as seduções, por você eu deixarei meus pais, para que juntos construamos nossa felicidade baseada no “Amor exagerado” a Deus e no amor e na fidelidade de um para com outro, sendo assim concluir dizendo olhando nos olhos da pessoa amada, estaremos juntos “daqui até a eternidade”, pois o meu sim a você será pautado na fidelidade. E aqueles que decidiram se guardar totalmente, não se casando se consagrando a Jesus e a Sua Igreja possam dizer. ou melhor, gritar ao mundo “por Eles eu largo tudo!, dinheiro, carreia, canudo” e deixo para trás “as coisas mais banais”, por que eu achei o Amor puro, um amor “exagerado” que me amou por primeiro.



Jovens vale a pena, é possível, não é um sonho distante e muito menos uma utopia, é um sonho que deve ser sonhado hoje, a castidade é uma realidade palpável que pode lhe trazer segurança e felicidade, mas somente quando voltamos nosso coração para as coisas de Deus e usamos as armas certas como a oração, a meditação da palavra de Deus a adoração ao Santíssimo, usando estas armas poderemos chegar aonde os Santos um dia chegaram, afinal eles eram homens como nós. Repletos de desejos, mas se decidiram por Cristo! Olhemos a São José, ao qual o Sagrada Escritura o traz como “homem Justo” e os santos padres nos ensinam que ele era acima de tudo um homem “puro e casto”, peçamos a São José a força necessária para guardar nossa pureza para Deus, para o dia de nosso matrimônio e que a Virgem Maria nos ajude a trilhar este caminho de pureza. 

Por: Junior Diniz

quarta-feira, 10 de junho de 2015

A IDEOLOGIA DE GÊNERO

A IDEOLOGIA DE GÊNERO

Por Dom Fernando Areas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney


Retirada do Plano Nacional de Educação no ano passado, a “Ideologia de Gênero” volta à carga de modo mais sutil: querem inserir essa perniciosa ideologia nos planos municipais e estaduais de educação. O MEC instrui as secretarias de educação de todos os municípios e Estados a inserir “gênero” e “orientação sexual” nos planos de educação, como critérios para a implementação de políticas educacionais. Em muitos municípios, este processo está acontecendo sem a participação dos principais interessados, que são os pais e os educadores. A não participação da sociedade civil na escolha do modelo de educação fere o direito das famílias de definir as bases da educação que desejam oferecer a seus filhos.
As expressões “gênero” ou “orientação sexual” referem-se a uma ideologia que procura encobrir o fato de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Segundo essa corrente ideológica, as diferenças entre homem e mulher, além das evidentes implicações anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa, mas são resultado de uma construção social. Seguem o célebre aforismo de Simone de Beauvoir: “Não se nasce mulher, fazem-na mulher”. Assim, sob o vocábulo “gênero”, é apresentada uma nova filosofia da sexualidade. 
Negar a biologia e a psicologia é negar a ciência! A escola deve ter compromisso com a verdade, fomentando o conhecimento da realidade e não doutrinando os alunos com ideologias. O papel da educação deve ser o de fomentar o conhecimento da realidade, não a sua desconstrução, ou a neutralização das características psicológicas e biológicas dos meninos e das meninas. Devemos ensinar os nossos filhos e alunos a respeitar as pessoas, independentemente do sexo, raça, condição social, etc., mas isso não quer dizer confundi-los com uma ideologia como essa. Na verdade, os que adotam o termo gênero não estão querendo combater a discriminação, mas sim “desconstruir” a família, o matrimônio e a maternidade e, deste modo, fomentam um “estilo de vida” que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade.
Além desses dados da ciência e da lei natural, a doutrina católica nos ensina, sobre o nosso dever em relação à própria identidade sexual: “Deus criou o ser humano, homem e mulher, com igual dignidade pessoal e inscreveu nele a vocação do amor e da comunhão. Cabe a cada um aceitar a própria identidade sexual, reconhecendo sua importância para a pessoa toda, a especificidade e a complementaridade” (Compêndio do CIC, 487). Com a ideologia de gênero, “deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27)... O homem contesta a sua própria natureza... E torna-se evidente que, onde Deus é negado, dissolve-se também a dignidade do homem” (Bento XVI, discurso à Cúria Romana, 21/12/2012). O Papa Francisco, esta semana, falou da “beleza do matrimônio”, com a “complementaridade homem-mulher, coroação da criação de Deus que é desafiada pela ideologia do gênero” (Disc. aos Bispos porto-riquenhos, 8/6/2015).
Com a separação entre gênero e sexo, ensina-se uma nova forma de dualidade, que ameaça a dignidade humana. A perfeita unidade entre a alma e o corpo se desfaz, o corpo tendo um sexo e a alma outro. A harmonia humana é desfeita. Não se estará assim fabricando desequilibrados mentais?


terça-feira, 2 de junho de 2015

O Dom das lágrimas



Por: Junior Diniz

                 É um pouco difícil falar sobre este tema tão complexo para nós, as lagrimas. Às vezes elas vêm de sentimentos bons, momentos alegres. Quem nunca chorou ao receber algo de alguém que tanto ama? A alegria é tamanha que você chora de alegria. Não sabe como expressar o grande sentimento que esta pulsando de seu coração, mas seu coração sabe como, ele usa das lagrimas para se expressar. As lagrimas representam muitas coisas em nossa vida, como por exemplo, você esta andando pela rua e de repente um cisco, uma poeira entra em seu olho, o que seu organismo vai fazer? Tentar de todo custo tira-lo dali, para isto ele usará as lagrimas.
                Pois bem, as lagrimas são um dom precioso, dom que usamos para expressar de maneira clara o que estamos sentindo, só que na maioria das vezes essas lágrimas não vem acompanhadas de sentimentos felizes, elas vem acompanhadas de tristezas. Existem lagrimas solitárias, estas só nos a presenciamos na solidão de nosso quarto apenas tendo como companhia o travesseiro e Deus. Ah, como essas lagrimas doem não é verdade? São banhadas de sofrimentos e tristezas. Deus sabe como elas pesam, Deus sabe o quanto elas te machucam, mas Ele também sabe que elas te farão forte! Essas lágrimas são a expressão de nosso coração querendo colocar para fora toda a tristeza e angustia que estão nele presos.
                Vivemos em um mundo egoísta, pessoas que não se preocupam com quem esta ao seu lado, sofrendo, chorando, um mundo em que só me preocupo em ganhar, subir na vida a todo custo, mesmo que isto custe as lagrimas de outros. Não esta certo! Não! Vejamos o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele vendo a dor daquela família que perde seu ente querido se compadece deles e ressuscita Lazaro, mas antes disto nos diz às escrituras que Ele chorou, o Verbo Encarnado experimentou o dom das lagrimas, ele experimentou a dor da miséria humana ao se sentir triste quando viu seu amigo morto. Mas, Jesus só ressuscitou Lázaro, porque viu fé no coração daquela família! É esta palavrinha de duas letras que você deve sempre lembrar, Fé! O milagre só poderá ser feito em sua vida quando você tiver a fé necessária, não uma fé mole, ou fria, mais uma fé firme. Jesus não operou milagres em corações duros, egoístas, mesquinhos, mas sim quando viu a fé no coração daqueles que o procuravam.
                As lagrimas devem nos conduzir a esta fé. Jesus faz morada em um coração quebrado, chagado, desolado. Ele faz ali sua manjedoura, Ele nasce e traz de volta a esperança, Ele fará de suas lagrimas de tristezas, lagrimas de alegria, mas você deve crer Nele, crer que é possível converter a dor em alegria. Deixe Cristo lhe ajudar neste processo do dom das lagrimas, deixe-se tocar pelo divino, você não esta chorando só, Jesus Cristo seu salvador esta ao seu lado, te consolando, lhe ajudando a carregar a cruz pesada, Ele é o seu Cirineu, Ele te da força, acredite!
                Lembro-me de um fragmento da oração Eucaristia III do Missal Romano, ela nos lembra de nossos falecidos, de quantas vezes choramos ao passarmos pela dor da perda, mas a oração nos recorda de que não estamos sós, nossas lagrimas não irão cair não chão, o nosso bom Deus não deixará Ele mesmo as enxugará, pois, “esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, quando enxugardes toda lágrima dos nossos olhos.”
                Amigos as lagrimas nos ensinam, nos ajudam, nos recordam, elas nos aproximam de Jesus, o Santo Padre o Papa Francisco em um de seus discursos nos lembrou de que muitas vezes as lagrimas são os ósculos que nos fazem enxergar a Jesus. Que esta meditação nos ajude a entender melhor este dom precioso que Deus nos Deus, afinal, tudo é dom de Deus! Termino este artigo com as palavras de um Arcebispo muito conhecido chamado Dom Fulton Sheen que diz: "Coisas partidas são preciosas. Nós comemos o pão partido porque partilhamos a morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Flores partidas dão perfume. Incenso partido é usado em adoração. Um navio partido salvou Paulo e muitos outros passageiros para Roma. Ás vezes, a única maneira que Deus tem para entrar em algum corações é partido-os.” Saibamos ver Jesus Cristo através das lagrimas, completemos em nós sua Paixão, entreguemos a Ele nosso coração e angustias, o vejamos através de nossas lágrimas...

domingo, 10 de maio de 2015

OS SINAIS DA ESTRADA CERTA...




Reflexão do 6º Domingo da Páscoa

Por. Mayron José 

Caros irmãos e irmãs, cá estamos nós, uma vez mais, a fim de refletirmos o Evangelho dominical. Desde o início de nossa reflexão fixemos na ideia dos Sinais, ou seja, os variados indícios, vestígios ou provas que nos indicam muitas coisas. Um exemplo particular disso é no trânsito, eles nos pedem para avançar, parar, virar à esquerda ou direita, seguir em frente... Eles nos orientam como devemos andar. No Evangelho deste domingo, em síntese, Nosso Senhor apresenta aos seus a importância dos mandamentos na vida do cristão como guia e permanência no amor divino, como regra para uma estrada certa. O objetivo disso? Como Ele mesmo diz: “Para que minha alegria esteja em vós e vossa alegria seja plena” (Jo 15,11). Mais uma vez Nosso Senhor manifesta seu cuidado, seu carinho pelos seus eleitos. 

No caminho espiritual, o primeiro sinal que Nosso Senhor nos deixa são os seus mandamentos. Tais leis, que regulam nossa vida cristã, não são impostas por um Deus opressor e devem ser seguidas porque são regras, simplesmente, mas, como nos diz o Catecismo da Igreja, “é o caminho da vida”, que nos dá a vida e deixa a todos nós, como fruto, o tráfego livre, pois com eles ficamos livres do pecado, das amarras demoníacas do dia a dia que insistem em nos prender às nossas paixões, nossas vontades, nossos desejos, mentira, ódio e egoísmo e não nos deixam olhar para o alto, focar nossa meta que é o céu. Os mandamentos são tão especiais, pois neles compreendem toda a vida humana, quer dizer, o contato com Deus e com o próximo e por isso precisam ser amados e seguidos porque quem nos deixou esses sinais, nos amou por primeiro, no elegeu por “amigos”.

O Segundo Sinal parte de nós como resposta ao primeiro, isto é, como diz o salmista, “Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos e fazei-me conhecer a vossa estrada” (Sl 24), ou seja, é a disposição do coração, síntese do homem, que deseja, ardentemente, trilhar a estrada certa, o caminho de Deus. Não é um desejo qualquer mas um desejo profundo, insaciável que só tem sua completude no próprio Deus e no que Ele diz. E Neste domingo esta disposição deve ser renovada, estando apagada ou brilhante como luz, pois sabemos o que nos espera no fim do caminho: A VIDA ETERNA. A estrada da vida espiritual é simples, apesar de gradativa... muitas vezes, nós que a complicamos! Tome atitude! Corra atrás do que é teu, exclusivamente teu.. e nada nem ninguém poderá tirá-lo. Seguindo a imagem que utilizamos é deixar-se guiar pelo “GPS de Deus” para chegar ao nosso destino, atingir a nossa meta e nos “Cristificar-nos”, tornar-nos outros Cristos...

Um Terceiro sinal, junção do primeiro com o segundo, é uma visão futura do que teremos no fim do caminho: a vivência do amor. Esse sentimento já tão banalizado por muitos... Amo aquele que me ama e odeio aquele que odeia! Não! Esse é o pensamento do mundo de hoje... Mas, Nosso Senhor não nos pede, senão, utiliza do verbo ORDENAR quando se refere ao mandamento do amor: “ Isto é o que vos ordeno: AMAI-VOS UNS AOS OUTROS” (Jo 15,17) É uma determinação, um mandamento novo que vem da boca do próprio Cristo. O mestre quer nos conhecer e reconhecer pelo amor... Amar o outro não é fácil, aceitar as diferenças é pior ainda, estes são os nossos limites que sempre se apresentam em diversas situações. Mas Cristo nos ordena a ir além, a superar-nos, a dar mais. Mas será que ele pede muito de nós? Não, senão, não nos pediria. Mas, se pede é porque sabe que somos capazes, apesar de limitados. Mais ainda, porque nos conhece e nos ama profundamente e por isso deixa sinais, vestígios que nos reorientam a seu caminho. 



Que a Virgem Maria, Mãe daquele que nos amou até o fim, Jesus Cristo, nos ensine, neste mês a ela dedicado, a seguirmos o caminho de Deus, a estrada certa e a sermos sensíveis a seus sinais...